Em destaque: Foto sem data de alunos do Jardim de Infância da Escola Baronesa de Sauípe, em Salvador, Bahia, no parque da escola. Fonte: Acervo da Escola Baronesa de Sauípe.
Exposição Escolar/junho 2024
A voz de uma ex-aluna sobre as práticas de ensino na década de 60 do século XX: Um testemunho para além dos documentos.
Publicada em nosso blog no dia 10 de março/2024, a exposição “Passado, presente e futuro se encontram na inauguração do novo prédio da escola Baronesa de Sauípe, em Salvador” provocou recordações em uma aluna que iniciou sua vida escolar na década de 60 do século XX. As conversas com as editoras resultaram no envio de foto, mensagens escritas e áudios sobre as práticas vivenciadas naquela época.
Relatórios de autoridades escolares, fotos, textos da legislação, escritos de professores e outros tipos de documentos nos informam sobre as práticas escolares em uso em nossas escolas do passado. Entretanto, as vozes dos alunos normalmente estão ausentes da história da educação. Não é costume pedir que estudantes registrem suas percepções, sentimentos, opiniões. Apesar de importantes atores da cultura escolar, suas vozes são pouco usadas como fontes históricas.
As editoras do Blog consideraram um achado muito importante o testemunho da advogada Neide Mendonça sobre as práticas vivenciadas no Jardim de Infância e no curso primário na década de 60 do século XX, na Bahia. O seu depoimento ilumina os nossos registros, trazendo informações difíceis de serem levantadas e ou encontradas. A partir dele fica evidente que, além das unidades escolares e dos responsáveis pela administração da educação, as iniciativas pessoais são muito importantes para a preservação da história de nossa cultura escolar.
Felicitamos aqueles que registram e contam lembranças da escola – as suas e as de seus familiares. Nossos aplausos, também, aos que preservam objetos ou lugares de memória, guardando fotos, cadernos e outros itens presentes na sua trajetória escolar.
Lembranças do Jardim de Infância na Escola Baronesa de Sauípe
Eu fui da Escola Baronesa de Sauípe há 60 anos atrás. Fiz 65 anos no dia 9 de março.
Entrei aos 5 e saí aos seis. Fiquei 2 anos no Jardim de Infância, como era comum naquela época para aqueles que ainda não tinham 7 anos e não [podiam ser matriculados] no primeiro ano A.
No primeiro [ano] fui da sala amarela da Pró Belita e, no segundo, com a Pro Iraci, na sala rosa (lembro do rosto das duas).
(Neide, depoimento entre 12 e 20 de março 2024 .)

Foto da fachada
principal do Jardim de Infância Baronesa de Sauipe publicada em fevereiro de
1954, na Revista do Professor (órgão do Centro do Professorado Paulista), São
Paulo, Ano XII, N.19, p.34. Localizada no site da Biblioteca Nacional, disponível em: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=145335&pagfis=1445
A escola Baronesa de Sauípe, localizada no Largo do Papagaio, 77 – Ribeira, Salvador – BA, foi criada, em 1935, como escola pública estadual e, a partir daí, foi dirigida, por muitos anos, pela professora Angelina Rocha de Assis que teve grande destaque no cenário educacional baiano por sua atuação na educação infantil. A fachada acima foi publicada em uma revista de 1954, bem antes de Neide iniciar sua trajetória escolar na Baronesa. Em 1963, uma notícia de jornal anunciava a inauguração de um novo prédio construído no mesmo local onde a escola funcionava. As lembranças de Neidinha referem-se, portanto, ao novo prédio. Ela deve ter sido matriculada em 1965, com cinco/seis anos de idade, tendo nascido por volta de 1959 e completado 65, em 2024.

Fonte: Diário de Notícias – Salvador-BA, 16 de março de 1963 (Foto do acervo da escola Baronesa de Sauípe)
A FARDA, A MERENDA, O AUDITÓRIO E O PARQUINHO DO RECREIO…
Lembro da nossa farda que era branquinha, era um vestido com pregas na frente, com bolsos. Em um deles, bordado de azul, meu nome. Levávamos uma sacola do mesmo tecido atravessado onde continha o nome bordado na “tampa:. Por baixo do vestido usávamos uma fofoca azul marinho. Não lembro da farda dos meninos.

Alunas ds Baronesa de Sauípe em momento de higiene das mãos. Foto sem data do acervo da escola cedida por intermediação da professora Verônica Brandão.
Na imagem percebe-se os detalhes descritos por Neide em relação à farda dos alunos do Jardim de Infância. A imagem abaixo permite visualizar outros detalhes referidos por Neide sobre a farda e os seus complementos. A aluna Denize que frequentou a escola, em 1962, ofereceu a sua foto à diretora Angelina Assis, colocando nela uma dedicatória que, apesar dos estragos, ainda pode ser lida, em parte.


Foto da aluna Denize que estudou na Escola Baronesa de Sauípe no ano de 1962 e da dedicatória colocada no verso. Fotos do acervo da escola cedida por intermediação da professora Verônica Brandão.
A direção e os professoras que militam atualmente na Escola Baronesa de Sauípe estão desenvolvendo ações para reunir objetos que estiveram presentes no cotidiano das práticas escolares. Um exemplar da sacola referida por Neide foi doada pelo ex-aluno Ney Jorge Campelo, um profissional reconhecido na Bahia, que exerceu o cargo de Secretário Municipal de Educação, em Salvador.

Foto da sacola do aluno Ney Jorge Campello cedida por ele para o acervo da escola Baronesa de Sauípe. ( Sem data, enviada ao Blog pela gestora Plautila Neves por intermediação da professora Verônica Brandão).
A escola era impecável! D Angelina, a diretora, parecia uma rainha! Achava ela linda! Sempre bem vestida!
A escola oferecia uma merenda diferente a cada dia; mingau de milho, salada de frutas, arroz doce…Tudo delicioso! Prato, copos, talheres de plástico, carregávamos na nossa sacola.
Lembro do nosso pequeno auditório onde ocorriam as festas onde tinham algumas apresentações e também onde ocorriam as reuniões de pais e mestres… Saudades!
Me lembro do nosso parquinho, dos bichinhos que tinha lá...
(Neide, depoimento entre 12 e 20 de março 2024 )


Alunos da Escola Baronesa de Saúipe em recreio no parque da escola (Fotos sem data do acervo da escola)
Percebe-se pela diferença nas vestimentas dos alunos que as fotos são de diferentes momentos.
AS FESTAS, AS COMEMORAÇÕES, AS DRAMATIZAÇÕES…
Tínhamos na primavera, atividades, apresentação de teatrinhos…Eu já fui rosa vermelho e rosa amarela! As pétalas mainha fazia de papel crepom! Arranjo no cabelo, também feito de papel crepom, preso numa passadeira.
Consigo sentir o cheiro daqueles dias…
Como a gente brincava! Vivia a nossa infância brincando e aprendendo! Tudo, inclusive a ser educado!
(Neide, depoimento entre 12 e 20 de março 2024 )

Alunos da Escola Baronesa de Sauípe en foto publicada em fevereiro de
1954, na Revista do Professor (órgão do Centro do Professorado Paulista), São
Paulo, Ano XII, N.19, p.34. Localizada no site da Biblioteca Nacional, disponível em: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=145335&pagfis=1445

Foto de alunos da Escola Baronesa de Sauipe, vendo-se a Professora Angelina Assis, diretora da escola, acompanhando o grupo. Fonte: Arquivo do CMEI Baronesa de Sauipe ( sem data).
O PIANO, O CANTO, A MÚSICA…
Tínhamos aulas de música com a Pró Maria José que tocava divinamente um piano.
Amava as músicas. Vivia cantando em casa! Lembro de algumas delas!
(Neide, depoimento entre 12 e 20 de março 2024 – Tanscrição de áudio.)
Veja vídeo com músicas ensinadas na Baronesa de Sauípe
Neide, depoimento em áudio entre 12 e 20 de março 2024.
Sobre a importância da música no currículo do Jardim de Infância, Angelina Rocha de Assis, diretora da Baronesa de Sauípe por muitos anos, escreveu:
A música deve acompanhar todas as atividades no Jardim de infância, uma canção alegre, viva, marca o início do dia escolar, outra canção indica a hora da merenda, uma marcha bem ritmada é o sinal para os exercícios físicos, uma música suave e acalentadora ouve-se na hora do repouso. Todas as ocupações que se realizam com um fundo musical ganham em colorido, em harmonia, em beleza.
Por meio da atividade musical são atingidos objetivos que não seriam alcançados por outros processos. […].
A música concorre, assim, para a educação integral da criança, agindo como fator de educação estética, moral e social
(Secretaria de Educação da Bahia 1963, p. 16 )

Alunos da Baronesa de Sauípe ao lado do piano da escola em foto que sugere uma apresentação musical. A professora Verônica Brandão, que intermediou o envio da foto, observou que a fotografia estava arquivada junto com documentos do ano de 1982.
As marcas da presença da música na Baronesa de Sauípe ficam comprovadas pelos objetos que ainda se encontram por lá: o piano que a escola conservou, o livro de música com a assinatura da professora Angelina de Assis e, também, as lembranças que ficaram nos alunos, como é o caso de Neide.


Fotos do acervo da Escola Baronesa de Sauípe que integraram exposição realizada pela escola. Enviadas pela gestora Plautila Neves .



Fotos do acervo da Escola Baronesa de Sauípe.
Um espaço de diversidade e uma escola muito bem conceituada na comunidade
A Baronesa de Sauipe era um espaço de diversidade e interação social que atendia crianças de diferentes segmentos da população.
Tenho uma amiga que [também tem memórias da escola]. Ela é minha amiga dessa época, porque nós éramos do mesmo bairro, mas ela estudou em outras salas e eu fui do turno matutino. E se eu não me engano, ela foi do vespertino. Eu a conheci porque ela morava no mesmo bairro que eu e naquela época ela era de uma família de mais posses do que a minha. Já tinha carro, a casa tinha TV, geladeira, essas coisas… E a nossa não tinha nada. E a gente se dá até hoje, sabe? Não tem nada a ver.. E hoje continuamos assim. Ela veio morar em Brotas há pouco tempo. Aí a gente se fala todo dia. Ela é minha amiguinha dessa época. (Neide, depoimento entre 12 e 20 de março 2024 – Transcrição de áudio.).
A amiga de Neide confirma o caráter diverso da escola e o seu conceito na comunidade:
Estudei na Escolinha Baronesa a partir dos cinco anos, certo? Na metade de cinco anos e meio, porque meu pai não conseguia vaga… era uma escola muito concorrida. Lá tinha muitos filhos de policiais, de médicos, tinha muitos de advogados. Era muito concorrido. Mas sempre foi assim por ser uma boa escola, e ter uma boa educação…(Gladys, depoimento entre 12 e 20 de março de 2024 – Transcrição de áudio.).
AS LEMBRANÇAS DO CURSO PRIMÁRIO NA ESCOLA ALFREDO AMORIM
Veja vídeo com recordações das práticas vivenciadas na Escola Alfredo Amorim
Neide, depoimento em áudio entre 12 e 20 de março 2024.

Quadro do diplomandos no curso primário na Escola Alfredo Amorim no ano de 1971. Fonte: Acervo de Neide Mendonça.
Sou a terceira da quinta fileira.
Quinta fileira de cima para baixo.
O cabelo crespo não soltava na minha época de escola.
Hoje, seria moda.
A diretora [ nessa época] era Risoleta.
(Neide, depoimento entre 12 e 20 de março 2024.)
O contexto que marcou a trajetória escolar da depoente (alguns aspectos)
No início da década de 60 a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961) estabelecia:
A educação pré-primária destina-se aos menores até sete anos, e será ministrada em escolas maternais ou jardins-de-infância. (art. 23)
O ensino primário será ministrado, no mínimo, em quatro séries anuais. (art. 24); podendo ser estendido até seis anos.
O ensino primário é obrigatório a partir dos sete anos.
Art. 36. O ingresso na primeira série do 1° ciclo dos cursos de ensino médio depende de aprovação em exame de admissão, em que fique demonstrada satisfatória educação primária, desde que o educando tenha onze anos completos ou venha a alcançar essa idade no correr do ano letivo.
Aos estados cabia organizar os seus sistema de ensino obedecendo ao fixado pelo governo federal.
No ano de 1963 o Estado da Bahia elaborou a sua Lei Orgânica do Ensino (Lei N. 1.965, 6 de setembro de 1963) atendendo ao prescrito para todo o país na Lei Nº 4.024 e fixando a duração de cinco anos (cinco séries) para o curso primário.
Também no ano de 1963 foi publicado o documento Programas para o ensino pré-primário e primário
Na publicação Programas para o esino pré-primário e primário, redigida no estilo guia para o professor, o texto de autoria de Angelina Rocha de Assis aponta que as práticas de ensino no Jardim de Infância devem ser construídas em torno de: desenho, pintura, modelagem, recorte livre, linguagem, gravuras, livros ilustrados, dramatizações, poesias, palestras, histórias, música e canto, bandinha ritmica, recreação e jogos, teatrinho de fantoches e biblioteca para jardim de infância. Sugestões de atividades, alertas e recomendações permeiam o texto demonstrando que a autora tinha intimidade com a condução do trabalho pedagógico em classes do jardim de infância. Datado do ano de 1956 e publicado em 1963, o programa já devia estar em uso na Escola Baronesa de Sauípe nos anos em que Neidinha ali esteve matriculada.

Capa do documento Programas do Ensino Primário e Pré-primário da Superintendência de Ensino Elementar, impressa em 1963, que teve a professora Angelina Rocha de Assis como a responsável pela elaboração do programa do curso pré-primário (documento localizado na Biblioteca do ICEIA).
A trajetória escolar de nossa depoente
Pelo relato de nossa depoente, observamos que Neide nasceu em 1959. Cinco anos depois foi matriculada no curso pré-primário que era ministrado no Jardim de Infância da Escola Baronesa de Sauípe onde esteve nos anos de 1963 e 1964. Dois anos depois, aos sete anos, iniciou o curso primário, na escola Alfredo Amorim, que funcionava em articulação com a Baronesa de Sauípe. Em 1971 cursou a 5ª série do curso primário que entre outros objetivos preparava para o temido exame de admissão ao Ginásio. Em sua trajetória prossegue rumo ao Ginásio e, posteriormente, ao ensino médio e curso superior.
Boa parte dessa trajetória foi vivida na cidade Baixa, na península de Itapagipe, um espaço da cidade de Salvador com características muito próprias.
REPRESENTAÇÂO GRÁFICA DA TRAJETÓRIA ACADÊMICA DE NEIDE MENDONÇA

E nossa depoente conclui, fazendo menção aos outros estágios da sua trajetória acadêmica.
Aos 13, entrei na primeira série do ginásio no Colégio Estadual João Florêncio Gomes, onde encontrei excelentes professores, inclusive na educação física e esportes. O Diretor Edvaldo nos tratava como filhos! Só faltava puxar nossas orelhas! Conselhos não faltaram, para que tomássemos a direção certa para o futuro! Lembro que a matrícula era paga e fardas eram compradas pelos nossos pais mas, aqueles que não conseguiam ou a farda estava muito velha, ele comprava e nos dava!
Agora, dava bronca como ninguém! Chamava até pai ou mãe ou os dois se achasse que precisava!
Cursei Direito na Católica, entrei em julho de 80.
Fui para Sâo Paulo em 83 e lá terminei o curso em 87 devido a diferença de carga horária de algumas matérias já cursadas na Católica. Mas, valeu a pena! Estudar em S Paulo, é maravilhoso! Bem diferente daqui! Lá os professores não se comportavam como estrelas, como era aqui. Aprendi muito! Fui boa aluna! A faculdade publicava no final de cada semestre a lista dos 10 melhores alunos de cada curso. Eu, sempre fiz parte da lista!
Em Sâo Paulo eu estudei nas Faculdades Metropolitanas Unidas.
Eu atribuo ter sido boa aluna, aos ensinamentos do meu primário e ginásio. Hoje, não é a mesma coisa.
(Neide, depoimento complementar, em 17 de junho de 2024)
SESSENTA ANOS DEPOIS…
Como estão, hoje, as escolas frequentadas por Neidinha nos cursos pré-primário e primário?
A Escola Baronesa de Sauípe foi municipalizada e hoje é denominada de CMEI Baronesa de Sauipe (Centro Municipal de Educação Infantil Baronesa de Sauipe). Em decorrência da vigilância dos seus professores, vem conseguindo preservar parte do nome original e a função para que foi criada, mantendo as características dos espaços internos especificamente concebidos para a educação infantil. Conserva-se no mesmo espaço em que foi criada o qual continua também a abrigar a Escola Alfredo Amorim. Os prédios das duas escolas passaram por reconstrução e modernização em diversos momentos, sendo a última reforma concluída no fim de 2023.
A escola Alfredo Amorim também foi municipalizada e atende alunos do Ensino Fundamental I, II e EJA.

Fachada atual do antigo prédio da Escola Baronesa de Sauípe. Foto de Verônica de Jesus Brandão, em dezembro de 2023.

Fachada atual do antigo prédio da Escola Alfredo Amorim. Foto Betto/SECOM /PMS disponível em: https://galegonoticias.com.br/noticia/4451/prefeitura-inaugura-novas-escolas-na-ribeira-e-salvador-chega-a-20-unidades-de-ensino-inauguradas-em-tres-anos
Para saber mais
Sobre a Escola Baronesa de Sauípe:
Acesse
Exposição PASSADO, PRESENTE E FUTURO SE ENCONTRAM … https://modosdefazer.org/passado-presente-e-futuro-se-encontram-na-inauguracao-do-novo-predio-da-escola-baronesa-de-sauipe-em-salvador/
Em discussão: Texto-provocação https://modosdefazer.org/texto-provocacao-jan-2022/
EXPOSIÇÃO ESCOLAR JANEIRO/2022 https://modosdefazer.org/exposicao-escolar-janeiro-2022/
13 de maio, 88 anos do CMEI Baronesa de Sauipe. https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=33497&action=edit&calypsoify=1
A demolição do prédio do CMEI Baronesa de Sauípe (1935-2021) https://modosdefazer.org/texto-provocacao-jan-2022/
Imagens do passado e do presente da Escola Baronesa de Sauípe, em fotos do acervo da escola.https://modosdefazer.org/exposicao-escolar-janeiro-2022/
Sá Teles. Depoimento prestado como correspondente da Revista do Professor do Centro do Professorado Paulista registrado na página 34 do número 19 de fevereiro de 1954.
Sobre Angelina Assis
PASSOS, Elizete. ANGELINA DE ASSIS E A EDUCAÇÃO INFANTIL NA BAHIA . Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 18, n. 31, p. 183-193, jan./jun. 2009 Para ler o artigo completo acesse http://educa.fcc.org.br/pdf/faeeba/v18n31/v18n31a18.pdf
PASSOS, Elizete. Angelina de Assis (1915-1988). Salvador, 2009
Legislação escolar
LEI Nº 4.024, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1961. Fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1960-1969/lei-4024-20-dezembro-1961-353722-publicacaooriginal-1-pl.html
LEI ORGÂNICA DO ENSINO DO ESTADO DA BAHIA DO ANO DE 1963.Disponível em: https://www.legislabahia.ba.gov.br/documentos/lei-no-1962-a-de-16-de-setembro-de-1963