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FOTO DA 1ª Conferência pelo Progresso Feminino, em dezembro de 1922,Rio de Janeiro. I Conferência pelo Progresso Feminino, no Instituto dos Advogados (bn.gov.br)
Breves recortes das vozes das mulheres baianas no presente e no passado.
Hoje, 10 de fevereiro de 2024, o Dia Internacional das Mulheres trazendo breves recortes que retratam movimentos das mulheres baianas no presente e no passado.
Recortes do presente
A ACB – Academia de Ciências da Bahia saudou, no dia 8, as mulheres baianas que se dedicam ã educação. Veja o vídeo/ homenagem da professora Nádia Hage Fialho.
Visite a ACB https://cienciasbahia.org.br/novo/
Para saber mais sobre a professora Nádia Hage Fialho acesse http://lattes.cnpq.br/0894339271117102
Recortes do passado
A participação da Bahia na 1ª Conferência pelo Progresso Feminino, em dezembro de 1922.
A 1ª Conferência pelo Progresso Feminino foi realizada em dezembro de 1922. Segundo relata Maria Elizabeth Brêa Monteiro (2022) o evento
contou com uma significativa delegação brasileira, representando Pernambuco, Paraíba, Bahia, Sergipe, Pará, Santa Catarina, Amazonas, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Paraná, além de entidades como a Cruzada Nacional contra a Tuberculose; o Centro Social Feminino; a Liga de Professores; a Cruz Vermelha; a Legião da Mulher Brasileira; a União dos Empregados do Comércio. Marcou presença também Nair Coimbra, filha do vice-presidente da República Estácio Coimbra, senadores, deputados, médicos e advogados. As representações estrangeiras emprestaram uma atenção especial da imprensa que noticiou praticamente todos os dias da conferência, informando sobre o programa a ser seguido, temas abordados e palestrantes das sessões. […]
(Obs.: Os vários textos consultados que tratam do tema não indicam o nome dos representantes da Bahia na Conferência).
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O feminismo em um periódico baiano.
Em uma Quarta-feira, 20 de junho de 1928, o Jornal Diário de Notícias registra sob o título Bom Feminismo o nome de 10 “senhorinhas’ da sociedade baiana que haviam concluido o curso de datilografia e mecanografia.

Como o registro não traz um texto, não fica claro o que a redação doDiário de Notícias considerava um bom feminismo. Tudo indica uma posição bastante conservadora do Jornal.
O texto 1ª Conferência pelo Progresso Feminino e o “bom” feminismo de Maria Elizabeth Brêa Monteiro coloca luz sobre a questão ao trazer entre outros o seguinte comentário:
Mesmo com ambiguidades presentes no movimento feminista, também percebidos durante a I Conferência, as mulheres iam introduzindo mudanças nos mecanismos de conquista de direitos. Empunhando, assim, a bandeira do voto feminino, rumava-se, na estratégia de Bertha e suas companheiras de Federação, de maneira cordial para a defesa da emancipação da mulher e a conquista de direitos. Essa postura, identificada por alguns pesquisadores, com um “feminismo bem-comportado”[20], voltado para os anseios das mulheres das classes média e alta, de alguma forma se contrapunha ao feminismo sustentado por Maria Lacerda de Moura, tido como “mal-comportado” ao atentar para os direitos das trabalhadoras das classes baixas e para a liberdade sexual.[21]
Texto disponível em: Série “1922 – Hoje, há 100 anos” XI e série “Feministas, graças a Deus!” XII – A 1ª Conferência pelo Progresso Feminino | Brasiliana Fotográfica (bn.gov.br).
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A criação da Federação Bahiana pelo Progresso Feminino, em 1931.
No mesmo ano de sua criação, em 1931, a Federação Bahiana pelo Progresso Feminino publicou um folheto que conta um pouco da sua história e da relação com a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino que tinha entre os seus compromissos o de promover a educação da mulher e elevar o seu nível de instrução (p.5).
Veja páginas do folheto que descrevem a estrutura da Federação Bahiana.






Documento localizado no CEDIC, atual AMEDOC sediado
na UFRB. Fotografado pelo GPEC
Para saber mais sobre a 1ª Conferência pelo Progresso Feminino acesse o link Série “1922 – Hoje, há 100 anos” XI e série “Feministas, graças a Deus!” XII – A 1ª Conferência pelo Progresso Feminino | Brasiliana Fotográfica (bn.gov.br)