Mês de Janeiro no Blog Modos de Fazer Educação na Bahia

EM NOSSA PRIMEIRA EDIÇÃO DO NOVO ANO DESEJAMOS

Que o ano de 2022 seja um ano de muita luz

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EM DESTAQUE NO MÊS DE JANEIRO/2022

O TEMA DO MÊS

A ESCOLA DO PRESENTE (ou a escola nos tempos da selfie) foi o principal TEMA que alimentou a construção do texto-provocação e da exposição em janeiro/ 2022.

Este tema que fomentou a intensa participação das editoras do Blog se articula com muitos outros já discutidos aqui. Tem a ver com os modelos de prédios/modelos de escola; arquivos e acervos escolares; memória e história das instituições escolares. Nos remete, também, aos estudos e discussões sobre a identificação dos professores com o fazer pedagógico e com a proposta político-pedagógica praticada em suas escolas.

A aceleração das providências administrativas relativas à demolição do prédio da Baronesa de Sauípe, que ocorreu em 22 de dezembro, mobilizou professores e ex-alunos a partir de uma “cutucação” inicial da professora Verônica de Jesus Brandão. Então, foi possível reconstruir a história e a memória da escola com pedaços de memórias individuais que, por amor ao espaço e e às experiências que viveram, cada um dos atores cuidaram de guardar e preservar.

Com a leitura dos primeiros esboços do texto e da exposição construídos por Verônica as editoras do Blog, que são pedagogas e docentes no exercício de diferentes atividades na área da educação, se identificaram imediatamente com o tema da história e memória do prédio construído, em 1935, para abrigar o Jardim de Infância Baronesa de Sauípe.

Lília de Jesus Nascimento e Tiane Melo enveredaram na busca de materiais (fotos e textos) relativos ao contexto geográfico e urbano da localidade sede do prédio da Baronesa. Cândida estimulou a iniciativa fazendo contribuições ao conteúdo e alertando sobre a “ importância de considerar esses espaços de saberes como espaços de memória“. Emocionada com os depoimentos de professores e ex-alunos, Ladjane Alves Sousa alertou, ” além de evidenciar esperança e alegria, os escritos também apontam dor, insatisfação, incômodo” e a necessidade de “convidar o leitor para refletir sobre o assunto”.

A evolução pedagógica e dos padrões arquitetônicos exigem a reconstrução e adequação dos prédios escolares, mas como reduzir parte da insegurança e sofrimento percebido nos textos pela professora Ladjane? Será que esses sentimentos que atravessam a fala da comunidade e dos professores resultaram de uma ditadura do poder público? De uma falta de transparência sobre as razões e objetivos da demolição do prédio? Do não envolvimento dos diversos atores em um planejamento cooperativo das condições futuras de funcionamento da escola?

Desconhecemos estudos sobre o “modus operandi” adotado pelas autoridades governamentais em casos de fechamentos de escolas , reconstrução de prédios escolares, mudança de local de funcionamento. Será esse um tema emergente de pesquisa?

E mais, será que você, cidadão interessado na história local, ex-aluno, professor pesquisador, profissional da educação precisa de uma ameaça de demolição, de extinção, de transferência de local para realizar movimentos de construção e preservação da história das escolas da sua comunidade ou daquela onde atua ou estudou ?

Acesse os links abaixo para visitar a exposição escolar e ler o texto-provocação:

REMEMORANDO HISTÓRIAS E MEMÓRIAS

RELEMBRANDO O PROFESSOR CID TEIXEIRA

TVE Bahia digitalizou aulas do historiador entre elas um documentário narrado pelo professor que explicava a origem de nomes de ruas e bairros de Salvador. Para conhecer uma dessas aulas, acesse o vídeo abaixo ou clique em https://www.youtube.com/watch?v=A3uSVKEKAQY

Toponímia da Cidade do Salvador | Documentário – YouTube

Narrado por Cid Teixeira, o documentário “Toponímia da Cidade do Salvador” é uma releitura do programa de rádio do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), realizado pelo historiador em 1975, e teve lançamento no dia 05 de dezembro de 2018, na Sala Walter da Silveira.

Dirigido pela documentarista Carolina Canguçu, a obra traz explicações, curiosidades e a origem dos nomes de lugares famosos da cidade como Pelourinho, Sete Portas, Baixa dos Sapateiros, Subúrbio, Ladeira dos Galés, Igreja do Rosário dos Pretos, Igreja do Passo, Comércio, entre outros.

AS TRADIÇÕES DO MÊS DE JANEIRO NA BAHIA

O mês de janeiro na Bahia sempre foi um mês com muitas datas festivas cuja comemoração vai se transformando ao longo do tempo. Bora rememorar? Para começar, a figura em destaque no início desse post traz foto com imagens dos tradicionais ternos de reis no texto Reisado se mantém firme no interior da Bahia publicado (https://www.brasildefatoba.com.br/2019/01/15)

Veja abaixo itens que ajudam a rememorar ou a conhecer o ciclo de festas tradicionais do mês de janeiro, na Bahia.

Dia primeiro de Janeiro – Procissão de Bom Jesus dos Navegantes e festa da Boa Viagem

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Procissão marítima que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, no dia 1 de janeiro. disponível em https://www.cidadebaixa.com/festa-da-boa-viagem-e-do-bom-jesus-dos-navegantes/

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Antiga imagem da igreja da Boa Viagem. Disponível no Blog Amo História Salvador. Disponível em: http://www.facebook.com/amoahistoriadesalvador.byloutibahia/photos/?ref=page_internalm e em http://www.instagram.com/amoahistoriadesalvador/

Dia 06 de janeiro – A festa de Reis com seus ternos e reisados

Video do Festival de Reisado de Morrinhos, Bahia, em 5 de janeiro 2019

Festival de Reisado de Morrinhos, Bahia. Vídeo disponível no Youtube. Acesso em 28/01/2022.

Saiba mais:

Leia o texto Reisado se mantém firme no interior da Bahia. Brasil de Fato . Salvador (BA). 15 de Janeiro de 2019 às 13:07.

Disponível em: https://www.brasildefatoba.com.br/2019/01/15/reisado-se-mantem-firme-no-interior-da-bahia

Segunda Quinta-feira do mês de janeiro – Lavagem do Bonfim

A lavagem do Bonfim: do passado ao presente – um DOC da TV UFBA

Lavagem do Bonfim. Disponível em http://www.youtube.com/watch?v=AMPFM_m8RkI

Primeira segunda -feira depois da lavagem do Bonfim- A festa da Ribeira

Aspectos da Segunda Feira da Ribeira na Revista Renascença no ano de 1918

Revista Renascença, Ano II, Num.. XXV. Bahia, 31 de janeiro de 1918.

A decadência da segunda -feira gorda descrita por Hildegardes Vianna em 1986

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A Tarde 20/01/1986

Aspectos da evolução da festa da Ribeira até os anos 80 do século XX em texto escrito em 2015

Para conhecer outros aspectos da festa da Ribeira, acesse o link A FESTA DE ZÉ POVINHO: A SEGUNDA-FEIRA DA RIBEIRA COMO DESDOBRAMENTO CARNAVALESCO DA FESTA DO SENHOR DO BONFIM DE SALVADOR, texto publicado em Interfaces Científicas – Humanas e Sociais • Aracaju • V.3 • N.3 • p.75 – 86 • Jun. 2015.

2 comentários em “Mês de Janeiro no Blog Modos de Fazer Educação na Bahia

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