Era uma vez um pequeno grupo de mulheres que realizou estudos sobre a história da educação na Bahia e resolveu compartilhar suas descobertas através de um Blog. Essas mulheres sempre souberam que a consolidação do Blog como meio de comunicação dependia de trocas constantes com as pessoas que visitavam suas páginas. Daí a valorização dos comentários postados nas páginas divulgadas e dos recebidos por contatos presenciais, WhatsApp e mensagens de e-mail. É com essas dicas que o grupo tem sido encorajado a prosseguir em sua proposta de compartilhamento.
No momento em que o grupo finalizou a produção do vídeo que conta um pouco da história da criação do Blog Modos de Fazer Educação na Bahia – no passado e no presente, consideramos oportuno divulgar alguns dos comentários que nos foram enviados.
Aceite o nosso convite para:
Conhecer os comentários selecionados ( Ver textos abaixo)
Acessar o vídeo https://videopress.com/v/zlWDX8On

COMENTÁRIOS SELECIONADOS
Comentários em posts sobre vida e obra de nossos professores ilustres
Ficamos felizes de poder através do Blog contribuir para divulgar a atuação e produções dos educadores baianos do passado e do presente.
COMENTÁRIOS
Fátima Santana
Muito importante saber que a vida e obra do professor Gildásio foi uma das mais visitadas. De fato, ele representa muito para o município de Lauro e para todas nós!! Vida longa para o professor Gildásio!!
Parabéns ao blog Modos de fazer, o material é muito bem selecionado, trazendo inúmeras contribuições para a história da educação.
COMENTÁRIO no post GILDÁSIO VIEIRA DE FREITAS Guardião da Memória de Lauro de Freitas https://modosdefazer.org/gildasio-vieira-de-freitas-o-guardiao-da-memoria-de-lauro-de-freitas-copia-sendo-trabalhada/
João Carlos Barreto de Sá Teles (Filho do professor Francisco de Sá Teles)
Boa tarde
Neste dia que abre um novo ano, fazendo uma pesquisa de citações do meu pai, José Francisco de Sá Teles , encontro essa galeria de grandes educadores negros da Bahia e me encho de orgulho pelo reconhecimento à obra do meu saudoso Velho, que enfrentou com tenacidade tanto o racismo quanto a discriminação regional, por ser do interior.
Meus aplausos ao trabalho de vocês, que espero que prospere sempre.
Abraços
João Carlos Barreto de Sá Teles
Comentário em Educadores Baianos do Império à República – alguns professores negros https://modosdefazer.org/educadores-baianos-quem-sao/
Mateus Russo
Olá ELIZABETE CONCEICAO SANTANA! Sou Mateus Russo e estou superintendente executivo na Hora da Criança. Agradeço o carinho em publicar e falar sobre a gente! Na próxima segunda-feira, 09/10 às 18h teremos uma Sessão Especial na Câmara de Vereadores de Salvador, pelos 80 anos da Hora da Criança. Fica aqui o convite, e mais uma vez, o agradecimento!
No post No dia 12 de outubro, dia da criança, vamos relembrar ? A Hora da Criança, um movimento em benefício dos “miúdos”, em Salvador – 1943 https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=41548&action=edit
Celia Cardoso Oliveira Vilela
Gratidão às professoras e educadoras Dilza Atta e Ana Celia Silva pela seriedade, profissionalismo, perseverança e fé, na luta por uma educação de qualidade, inclusiva , antirracista, deixando o fruto dos seus esforços (pesquisas e produção literária) para os que estão na ativa, fazendo educação na Bahia. Parabéns!
No post As professoras Ana Célia da Silva e Dilza Maria Andrade Atta lançam livros https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=39285&action=edit
Os comentários dos professores baianos que atuam ou atuaram em nossas escolas nos enchem de orgulho, qualquer que seja o seu tom ou tema.
Marlene Maria Joazeiro
Em 04/10/2024
Punir, por si só, já é uma violência.
A verdade, é que o sistema educacional nunca soube lidar com a disciplina no âmbito escolar.
O histórico de vida do educando? A quem interessava?
Faltava a paixão pela educação individual e coletiva.
Havia repetições dos atos autoritários e desumanos na intenção de servir como espelho, exemplo para assegurar um “ensino” repressor.
No post Tornar o ensino atraente, utilizar recompensas e, só depois, punir. https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=54449&action=edit
Em 04/02/2023.
Excelente documentário.
Interessante a questão do êxodo em relação à época ou seja, à estação temporal.
Sempre tive como informação, que, a localidade do Rio Vermelho e alguns bairros adjacentes, sempre foram bairros de veraneio; a presença de escolas nesses “sítios” consequentemente, levaria às demandas frustradas da permanência escolar.
No post A voz dos professores da povoação do Rio Vermelho, em 1899, e fotos antigas da região. https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=29937&action=edit
Sara Dias Correia
Parabéns!! Por esse espaço que reúne muitas memórias afetivas que só confirmam a escola como mais um ambiente de socialização e formação. Dizem que a vida é feita de marcas…
Que deixemos marcas positivas em nossos alunos e em nossa trajetória como profissional da educação.
Feliz Nosso Dia!! Gratidão a pró Vera pela oportunidade em divulgar aqui um pouco da realidade das escolas quilombolas, através da história de tia Hester Feitosa.
No post Aos mestres com carinho… https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=25876&action=edit
Edna Santos
Obrigada por socializar tão lindamente meu depoimento.
Acredito que os espaços como estes são formas de educar para além da educação formal.
Como foram felizes esses momentos!
Comentário no post Lembranças de antigos desfiles de ternos na Festa de Reis, no Bairro da Lapinha, em Salvador. https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=45043&action=edit
Gilmario Brito
Excelente proposta. Parabéns Cândida, Bete e todas as redatoras do Blog por esta provocação que pode render muitos frutos.
No post Texto – provocação setembro/ 2021 Grupos escolares: Um modelo de escola primária ainda carente de estudos na Bahia https://modosdefazer.org/2021/09/19/9720/
Comentários com pedidos de informações.
Quando não dispomos da informação, permanecemos atentos. Ao descobrir algo, nos apressamos a comunicar.
Irani Carvalho
Amei o seu Blog, possui muitas informações altamente relevantes para a história da Educação na Bahia e no Brasil. Estou estudando para minha produção de mestrado e encontrei inspiração e conteúdo para me ajudar nessa trajetória.
Obrigada por compartilhar
Estou procurando informações sobre Grupos escolares na Bahia, específico em Jequié, minha terra natal.
José Maciel Neto
Boa tarde. Eu estou fazendo um trabalho de pesquisa para um livro e gostaria de algumas informações:
O meu pai Humberto Maciel Costa, quando garoto na década de 40, estudou em um internato que era situado na Rua Senador Costa Pinto (perto da Rua da Faísca), pois o meu avô trabalhava no sul do estado da Bahia junto à minha avó. Pelo fato de todos estarem falecidos, eu gostaria de saber onde era a exata localização desse internato e o nome da senhora que era professora, proprietária e de uma família muito conceituada em Salvador.
Ficarei feliz caso possam me ajudar com essas informações.
Comentário em Imagens da escola na Bahia entre 1913 e 1940 https://modosdefazer.org/imagens-da-escola-primaria-exposicao-fevereiro/
Anderson Marinho da Silva
Prezadas(os) existe alguma fotografia da professora Maria Porcinda Caçador. Ela foi professora da Escola Normal e da Escola de Belas Artes por mais de 40 anos e não temos nenhuma fotografia dessa professora.
Em ESCOLA NORMAL DA BAHIA ALÉM DO TEMPO – UMA HISTÓRIA NARRADA EM FOTOS https://modosdefazer.org/exposicao-escola-normal-da-bahia-alem-do-tempo-uma-historia-narrada-em-fotos/
Sérgio Guerra
Por favor, pode nos informar quando foi inaugurado o prédio do Barbalho do Instituto Normal da Bahia?
Em https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=5929&action=edit
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CASO QUEIRA FAZER UMA PAUSA, ANTES DE LER OUTROS COMENTÁRIOS, ACESSE O VÍDEO ABAIXO SE VOCÊ AINDA NÃO USOU O LINK COLOCADO NO INÍCIO DESTE POST.
VEJA MAIS COMENTÁRIOS
Comentários com sugestões, críticas e alguns “puxões de orelhas” que também nos alimentam.
Martha Tavares Guedes
Olá, boa noite,
com licença de observar que faltam os livros do Prof. Dr. Luís Henrique Dias Tavares. o “História da Bahia”, e o hoje relançado pela EdUFBa. (2023), “Independência do Brasil na Bahia”.
att.,
Martha Tavares,
sobrinha do Prof. LH
Iolanda Cortelazzo
Parabéns por essa joia histórica. Seria interessante que os professores nos cursos de Pedagogia e de Licenciatura estudassem esses documentos em História da Educação e/ou em outras disciplinas, como Didática.
As técnicas, estratégias e práticas aplicadas nas décadas de 1950 e 1960 eram bem mais eficazes e eficientes tanto para a alfabetização quanto para a produção do texto escrito.
Mas preferiu-se “sociologizar” a formação docente inicial mais do que lhes oferecer técnicas, estratégias e ferramentas para ajudar que os alunos se transformem em estudantes que leem e expressam o que sentem e o que entendem.
Profa. Iolanda Cortelazzo (76 anos em atividade ainda)
No post Ditado, cópia, leitura expressiva, dramatização, recitação, declamação: AS PRÁTICAS DO PASSADO PARA DESENVOLVER A EXPRESSÃO ESCRITA E ORAL. https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=40622&action=edit
Nos alegram os comentários e as pistas neles deixadas por professores de História da Educação que nos honram com a sua presença em nosso Blog.
Maria Juraci Maia Cavalcante
Achei a ideia dinâmica e maravilhosa, pois já nasce aberta ao diálogo e à imaginação! Permite infinitos nexos e conexões, tanto do ponto de vista histórico, quanto sociológico, artístico e cultural. Pessoalmente, não estudei numa escola normal, pois optei pelo curso científico, com vistas ao vestibular em Humanidades ( Ciências Sociais). Mais tarde, comecei a pesquisar a história educacional do Ceará, sendo a Escola Normal do Ceará o meu primeiro projeto investigativo, nos anos 1920, no contexto reformista do ideário da Escola Nova. O papel e status social da Normalista chamou minha atenção em especial, razão pela qual escolhi uma delas , Edite Braga, e as monografias de normalistas que foram formadas durante a Reforma de 1922-23 ( escolanovista) para uma análise à parte. Entendi o papel das Escolas Normais, como modelo de civilidade, escolaridade e moralidade das sociedades industriais e democráticas que emergem depois da Revolução Francesa, o qual foi difundido mundo afora, sendo recepcionada no Brasil com grande otimismo ( como mostrou Jorge Nagle), pois a elite letrada da época acreditava que estava na escolarização de crianças e adolescentes a chave para a modernização do Brasil. A normalista, então, era modelo de conhecimento científico, de mulher, de mãe e de república! Estudar essa temática permite um mergulho instigante em nossa história cultural, econômica e política. Vale muito a pena! Parabéns !
No post Os 185 anos da Escola Normal da Bahia, em abril 2021, inspira a busca de um texto-provocação que remete a uma figura do imaginário popular.https://modosdefazer.org/2021/04/17/185-anos-de-escola-normal-da-bahia-um-texto-provocacao-e-uma-figura-que-ficou-no-imaginario-popular/
Os comentários em torno de nossa publicação sobre o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora (o Colégio de Dona Anfrísia) resultaram na ampliação de informações sobre o tema.
Antonietta de Aguiar Nunes
Aqui não falaram do curso infantil que funcionava num casarão antigo bem próximo ao colégio Severino Vieira e a matriz de Nazaré. Eu, Antonietta de Aguiar Nunes entrei para o infantil em 1944, ano em que eu completava três aninhos. Lá fui aluna de d. Carmita Teixeira, irmã de Anísio. Meu aniversário de 5 anos foi comemorado na escola com bolo e doicinhos que meus pais levaram. E eu não fui a única a comemorar o niver lá; varias coleguinhas também comemoraram seu niver lá. Esta era uma praxe comum entre os alunos; E ainda não sei bem como, mas o fato é que aos cinco anos de idade eu já sabia ler. Depois cursei todo o curso primário no colégio de dona Anfrísia ( a velha Zizinha, como a chamávamos). Ela gostava de mim, pois eu sempre queria saber de historia, ela me indicava livros e depois eu comentava com ela, pedia mais esclarecimentos quando não entendia muito bem ou quando dava curiosidade de saber mais e ela sempre esclarecia com boa vontade. Convidava- me para almoçar com ela.
Célia Cardoso Oliveira Vilela
Antes que o prédio fosse entregue ao Ministério Público, esse belo e imponente casarão situado na Avenida Joana Angélica,149, foi sede do Colégio Estadual Professora Anfrisia Santiago, instalado e inaugurado no governo do Sr. Antônio Carlos Peixoto Magalhães , em homenagem a ilustre Profa.
O colégio Estadual profa. Anfrisia Santiago teve como primeira diretora a saudosa Profa. Esmeralda Lene dos Santos que permaneceu à frente da direção mesmo depois que o Colégio foi deslocado para as dependências da antiga Fonte Nova, e o prédio foi entregue ao Ministério Público.
GEORGE WASHINGTON HASSELMANN
Tinha 4 anos de idade quando estava no jardim de infância do Colégio de Anfrísia cujo prédio ficava ao lado do Ginásio Severino Vieira. Naquela manhã durante o recreio, ouvi duas professoras conversando, dizendo que a Alemanha havia se rendido, portanto era o ano de 1945.
Idalia Maria Tibiricá Argolo
Muito bom esse texto. Minha mãe estudou nesse colégio e o meu avô foi professor.
Comentários no post O Colégio Nossa Senhora Auxiliadora , “a escola de Dona Anfrísia”. https://modosdefazer.org/wp-admin/post.php?post=53506&action=edit
Nos despedimos aqui, reafirmando a grande importância dos comentários para o nosso aperfeiçoamento e solicitando mais e mais comentários.

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Bete, que maravilha de iniciativa essa compilação de comentários de leitoras e leitores deste blog tão instigante, multitemático, sério, inovador e dinâmico, aberto a essas possibilidades dialógicas e interativas. Que beleza de trabalho! Tenho lido todas as suas postagens e aprendo imenso não apenas sobre a história da educação da Bahia, mas também sobre um modo de abraçar o ofício de historiadora engajada nas causas sociais mais nobre em torno da educação de meninas, da questão racial, da emancipação política propiciada pela educação familiar, escolar e estatal. Sinceramente, você de demais colaboradores e historiadores aqui conclamados (as) para compor este projeto de difusão da nossa história educacional estão de parabéns! A Bahia para mim é muito mais do que uma das unidades federadas deste País. Eu a considero um País e fundante da nossa brasilidade maior, aquela do começo, quando um processo de conquista dessas terras por europeus ambiciosos e perversos, povos nativos e povos transladados e escravizados barbaramente criaram o fundamento cultural da formação social do Brasil.
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